Sobre mim:
Olá! Pode me chamar de Josy. Minha trajetória profissional é marcada pelo interesse pelo desenvolvimento humano, pelas relações e pelo cuidado emocional. Atuo na área terapêutica há mais de 10 anos e, nos últimos 5 anos, venho aprofundando minha trajetória na Psicanálise . Minha primeira graduação foi em Administração, seguida de pós-graduação em Gestão de Projetos. Posteriormente, direcionei meus estudos para a área terapêutica, com formação em Psicanálise e estudos complementares em Neurociência, Atendimento Psicológico às Vítimas de Violência, Inteligência Emocional, Análise do Comportamento Aplicada ao Autismo, Terapia Cognitivo-Comportamental e Prevenção ao Suicídio. Foi na Psicanálise que encontrei a abordagem que orienta atualmente minha prática clínica: uma escuta cuidadosa da história e da singularidade de cada pessoa. Minha abordagem Meu trabalho é orientado pela Psicanálise de base freudiana . A psicanálise considera que nem tudo aquilo que sentimos, pensamos ou fazemos é plenamente consciente. Ao longo do processo, a fala pode favorecer a compreensão de conflitos, repetições, relações e experiências que atravessam a história de cada pessoa. Meu papel não é julgar, oferecer respostas prontas ou dizer como você deve viver. É oferecer uma escuta atenta e um espaço no qual seja possível falar livremente e construir novas compreensões sobre aquilo que provoca sofrimento ou inquietação. Como são os atendimentos Atendo adolescentes e adultos , de forma individual, buscando oferecer um espaço acolhedor, ético e sem julgamentos. Cada processo é único. Por isso, o acompanhamento respeita a história, o momento e o ritmo de cada pessoa, sem fórmulas prontas ou expectativas de que todos percorram o mesmo caminho. As sessões têm duração de aproximadamente 1 hora . O processo terapêutico Você não precisa chegar à primeira sessão sabendo exatamente o que dizer ou tendo todas as respostas sobre o que está acontecendo. Ansiedade, dificuldades nos relacionamentos, conflitos familiares, momentos de mudança, perdas, angústias, repetições que incomodam ou até aquela sensação de que "algo não vai bem", mesmo sem conseguir explicar exatamente o quê, podem ser pontos de partida para a fala. O processo psicanalítico pode contribuir para ampliar a compreensão sobre sua própria história, seus conflitos e suas formas de se relacionar consigo e com os outros. Se você sente que este pode ser o momento de olhar com mais atenção para aquilo que tem vivido, podemos começar por uma primeira conversa.