Sobre mim:
Sou psicólogo e minha relação com a Psicologia nasceu, sobretudo, de uma inquietação: entender o que acontece com o sujeito quando aquilo que ele vive, sente e deseja entra em conflito com o mundo ao seu redor. Minha formação passa pela Psicologia Social, Saúde Pública, Psicopatologia e Saúde Mental, Psicologia Forense e Jurídica, além da formação em Psicanálise. Esses diferentes campos atravessam minha maneira de pensar a clínica, porque não acredito que seja possível compreender alguém olhando apenas para o que acontece dentro dela. Nossa história também é feita de relações, família, trabalho, cultura, condições de vida, experiências e marcas que, muitas vezes, continuam presentes mesmo quando já não sabemos nomeá-las. Na clínica, trabalho a partir da perspectiva psicanalítica. Isso significa dar espaço à palavra e àquilo que aparece no discurso, inclusive quando não chega organizado, pronto ou fácil de explicar. Nem tudo precisa ser imediatamente solucionado. Há experiências que primeiro precisam ser compreendidas, elaboradas e colocadas em palavras. Atendo adolescentes e adultos em questões relacionadas ao sofrimento emocional, relacionamentos, conflitos pessoais, ansiedade, autoestima, mudanças de vida, identidade e outras situações que estejam produzindo incômodo ou fazendo a pessoa se perguntar sobre si mesma. Meu trabalho não parte da ideia de que existe uma fórmula para viver melhor. Cada pessoa chega à clínica com uma história que merece ser escutada em sua própria dimensão. É a partir daí que construímos o trabalho clínico: com tempo, palavra, implicação e espaço para pensar aquilo que, na vida cotidiana, nem sempre conseguimos parar para olhar.